domingo, 25 de dezembro de 2011

MOLECA

Vem, moleca,
deita a cabecinha
no meu peito
e vem olhar pela janela a lua cheia e prateada
a irradiar luzes de prata pelo céu dos querubins.

Vem, moleca,
deita a cabecinha
no meu peito e vem sonhar vendo as estrelas
como fosses anjo a levitar no firmamento
e se aprazer da noite bela e de infinita poesia.

2010

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