Vem, moleca,
deita a cabecinha
no meu peito
e vem olhar pela janela a lua cheia e prateada
a irradiar luzes de prata pelo céu dos querubins.
Vem, moleca,
deita a cabecinha
no meu peito e vem sonhar vendo as estrelas
como fosses anjo a levitar no firmamento
e se aprazer da noite bela e de infinita poesia.
2010
Nenhum comentário:
Postar um comentário